Consulte o Mestre Delih, o guru das multidões.
Ele dá conselhos e resolve seus problemas, só nao traz a pessoa amada em TRÊS dias.



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quarta-feira, 31 de maio de 2006
 

O Alec - Parte III

A princípio, pensei ter entendido mal o que ele acabara de dizer, mas em um instante percebi que não estava entendendo era absolutamente nada...

De um momento para outro encontrávamo-nos no que me pareceu ser um grande jardim. Um enorme jardim plano, que se estendia até onde minha vista podia alcançar, e cuja vegetação, embora muito variada, não era desarmoniosa. Viam-se árvores de diversos tamanhos e formatos, com copas esparramadas, estreitas, largas, cônicas... Em alguns locais havia cercas vivas, e muitos arbustos e plantas de pequeno porte, além de incontáveis flores de várias espécies. E ali estava eu de pé, perplexo e de pijama.

Agradeci silenciosamente por não ter dormido nu.

- Mas como é que...
- Ah, por favor - Cortou-me o Alec, que pairava ao meu lado, na altura da minha cabeça - Já é hora de parar com as demonstrações de espanto. Há alguns minutos você conversava com um ponto luminoso em seu banheiro pela primeira vez na vida, e embora aquele não fosse exatamente um fato corriqueiro, você habituou-se, não é?

De certa forma ele tinha razão. Isto é, haverá mesmo diferença, em termos de insanidade mental, entre conversar com uma luz no armário da parede e ser instantaneamente transportado para um jardim exótico?

- É... Você pode estar certo... Mas é assim que funciona? Num instante estou em frente à minha pia e no seguinte já estou... Sei lá onde? Quero dizer, sem nenhum efeito especial? Sem nenhum portal mágico se abrindo na parede, ou algo parecido? Não sei... É meio cru, né?
- Desculpe-me - Respondeu o Alec - Mas você precisa convir que décadas de clichês hollywoodianos limitam bastante as possibilidades de um efeito dramático visualmente original para ilustrar deslocamentos espaciais instantâneos. Digo, você poderia ter atravessado etereamente a superfície do espelho, ou desaparecido gradualmente, deixando em seu lugar uma silhueta formada por pontos luminosos, ou sumido com um puf e uma nuvem de fumaça, etc, etc... Eu optei pela simplicidade. Menos é mais, compreende? E em termos de eficiência: aqui estamos.
- Bem, já que você tocou no assunto, onde exatamente é aqui?

Mais uma vez o Alec começou a brilhar com força e declamou:

Entre o sono e o sonho,
Entre mim e o que em mim
É o quem eu me suponho,
Corre um rio sem fim.

Passou por outras margens,
Diversas mais além,
Naquelas várias viagens
Que todo rio tem.

Fernando Pessoa, desta vez. E outro poema familiar... O que significaria tudo aquilo, afinal? Seriam as citações do Alec algum tipo de charada, e ele próprio uma espécie de esfinge literária? Eu deveria tentar decifrá-las, em troca de algum prêmio, ou seria punido, se não conseguisse?

- Você não acha meio brega esse negócio de ficar respondendo através de poemas? - Perguntei.
- Agora, - disse ele, ignorando minha provocação - precisamos prosseguir. Ele nos aguarda.
- Ele?... Ele... Claro. Tinha que haver um ele... E posso perguntar quem é ele?
- Pode. Mas como não responderei, aconselho-o a poupar seu fôlego e minha paciência. Você o encontrará em breve. Vamos.

Pusemo-nos a caminho, eu e meu estranho guia, que flutuava um pouco adiante. De repente, percebi que seguíamos por uma estreita trilha de pedra, e que o jardim era cortado por inúmeras outras semelhantes àquela, bifurcando-se, cruzando-se e reencontrando-se por toda a sua extensão. Formavam um intrincado padrão assimétrico, que de algum modo integrava-se bem ao conjunto da vegetação. Mas ao mesmo tempo em que eu apreciava a beleza insólita daquela paisagem, sua vastidão desabitada causava-me uma sensação de desconforto...

Após alguns minutos de caminhada, a voz do Alec interrompeu minha contemplação.

- Bem, o percurso é longo e neste ritmo levaríamos várias horas até nosso destino, sem qualquer mudança significativa no panorama geral. Acho que é o momento certo para uma elipse temporal.
- Elipse temporal. Tá. - Eu já não tinha mais ânimo para inflexões interrogativas...
- Sim. Recurso através do qual dá-se um salto temporal na narrativa, omitindo-se passagens que não teriam interesse dramático para o leitor.
- Leitor. Interesse dramático. Sei.

Mais uma vez a paisagem mudou instantaneamente. E lá estava eu, dentro de uma enorme biblioteca, num corredor muito comprido e largo, atravessado por inúmeros outros corredores transversais, ao que parecia tão compridos e largos quanto aquele. E também estes, eu podia perceber, eram cortados em intervalos regulares por outros tantos corredores. Suas altíssimas paredes eram cobertas por muitos andares de prateleiras inteiramente tomadas por livros. Aquelas muralhas de incontáveis lombadas de couro perfiladas e sobrepostas ofereciam uma visão tão monótona quanto impressionante.

- Por aqui. - Avisou-me o Alec, e pôs-se a flutuar em direção a um dos diversos corredores. Seu brilho parecia mais intenso na penumbra uniforme da biblioteca. Havíamos caminhado por cerca de meia hora (na verdade apenas eu caminhava) e dobrado algumas esquinas quando resolvi puxar assunto, para quebrar o silêncio sinistro do ambiente:
- Só uma coisa, Alec... Considerando seus incríveis dons de teletransporte e suas convenientes elipses temporais, você bem poderia ter nos levado direto para nosso destino. Seja lá qual for.
- Por favor. Não me faça crer que o superestimei. Não acredito que você faça parte dessa classe de pessoas para quem o destino final é mais importante do que o percurso trilhado.
- Olha, me desculpe, mas esse seu papo agora está parecendo texto de auto-ajuda ou romance do Paulo Coelho...
- Certo. Colocarei de outra forma. Você quer dizer, então, que em lugar de ler um livro na íntegra é mais sensato ler a sinopse na orelha do volume? Ou, melhor ainda, pular logo para as últimas páginas e descobrir como a história termina? O objetivo de uma obra é apenas conhecer o seu desfecho? Não. Até onde sei, você é um leitor assíduo. Um leitor apaixonado e dedicado, eu diria. Não posso crer que você seja um pragmático. O pragmatismo é a morte da poesia.

Antes que eu pudesse pensar em uma resposta, o Alec interrompeu sua trajetória. Olhei em volta e avistei um vulto mais à frente, no corredor. Era bastante grande e, embora estivesse sentado no chão, mantinha uma postura muito elegante. Tinha um volumoso livro aberto no piso à sua frente. E era um tigre.

(Na próxima quarta, a conclusão)



arremessado por Mestre Delih 12:29:00 AM |


terça-feira, 30 de maio de 2006
 

Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!

Em cima do clássico clip do Bob Dylan, Subterranean Homesick Blues, Weird Al Yankowickz fez uma música só com palíndromos. Isso, isso, só com palíndromos.

aqui e chama-se Bob. Rá! Bob! (*mãozinha indicando trocadilho*)


I, man, am regal - a German am I
Never odd or even
If I had a hi-fi
Madam, I'm Adam
Too hot to hoot
No lemons, no melon
Too bad I hid a boot
Lisa Bonet ate no basil
Warsaw was raw
Was it a car or a cat I saw?

Rise to vote, sir
Do geese see god?
"Do nine men interpret?" "Nine men," I nod
Rats live on no evil star
Won't lovers revolt now?
Race fast, safe car
Pa's a sap
Ma is as selfless as I am
May a moody baby doom a yam?

Ah, Satan sees Natasha
No devil lived on
Lonely Tylenol
Not a banana baton
No "x" in "Nixon"
O, stone, be not so
O Geronimo, no minor ego
"Naomi," I moan
"A Toyota's a Toyota"
A dog, a panic in a pagoda

Oh no! Don Ho!
Nurse, I spy gypsies - run!
Senile felines
Now I see bees I won
UFO tofu
We panic in a pew
Oozy rat in a sanitary zoo
God! A red nugget! A fat egg under a dog!
Go hang a salami, I'm a lasagna hog


arremessado por Giovanna Cantarelli 11:22:00 AM |


segunda-feira, 29 de maio de 2006
 

A Pena Do Kadu

Acusado de agredir sua mulher, o ator Kadu Moliterno foi condenado a prestar serviços sociais no Lar Maria de Lourdes, que se destina ao atendimento... De crianças?!? Muito sensato.


arremessado por Mestre Delih 1:19:00 PM |


sábado, 27 de maio de 2006
 



Sou tão velha que, no meu tempo, a roupa ainda era em preto e branco.


arremessado por Giovanna Cantarelli 1:15:00 PM |


quarta-feira, 24 de maio de 2006
 

O Alec - Parte II

- Alec. Certo. Seu nome é Alec. Você é uma... Vivência, certo?
- Pode ser. Embora prefira a sonoridade da palavra experiência.
- Ok, ok. Experiência... Você é uma experiência. Suponho então que seja a personificação de uma experiência?... Não, personificação não, você não é uma pessoa. Nem mesmo é antropomórfico... Materialização! Você é a materialização de uma experiência, acertei? Ou algo do gênero?...
- Algo do gênero.
- Afinal - Continuei, sem dar atenção à confirmação do Alec - Uma experiência, no sentido clássico, não tem substância física ou personalidade própria, como parece ser o seu caso...
- Parece ser. - Concordou novamente, enquanto eu concluía:
- Mas uma experiência precisa ser vivida por alguém, não é?... Digo, não há experiência sem um sujeito que a protagonize... - Terminei meu esdrúxulo raciocínio, sentindo-me ridículo logo em seguida.
- Dedução impecável - Disse o Alec, sério - É exatamente aí que você entra.
- EU?!? - Pulei da privada - Mas o que eu tenho a ver com isso?! Que diabo de experiência é essa que devo experimentar? - Inquiri depressa, sem ligar para o pleonasmo.
- Vamos lá. A experiência, como você já sabe, sou eu. Quanto ao que você tem a ver com ela, ou seja, comigo, você é o protagonista e, portanto, indispensável, de acordo com sua própria conclusão. Resumindo: estou aqui por sua causa.
- Minha causa?
- É isto. Estou aqui porque você precisa de mim.
- Como assim, preciso?... Você tem certeza disso?
- Certeza, certeza, não. Há sempre a possibilidade de que sejamos parte de um plano maior cujo sentido eu desconheça, ou talvez tudo não passe de um enorme equívoco, mesmo. Mas continuo apostando na hipótese de que você precisa de mim.
- E por que eu precisaria de você?...

Antes que eu continuasse, o brilho do Alec aumentou de intensidade. Talvez aquilo fosse o equivalente a um gesto para que eu ficasse quieto, não sei, o fato é que me calei e ele começou a recitar:

é contudo uma ausência
o que esse homem leva.

Isso que não está
nele está como a ciosa
presença de uma faca

entregue inteiramente
à fome pelas coisas
que nas facas se sente.

Reconheci de pronto os versos de João Cabral. Eram trechos de estrofes de Uma faca só lâmina. Eu pensava na coincidência, se é que se tratava de coincidência, aliás duvidava que fosse, do Alec ter citado justamente um de meus poemas prediletos, quando fui interrompido.

- É hora de irmos - Disse ele.
- Irmos? Para onde?
- Chegamos.

(Continua na próxima quarta-feira)


arremessado por Mestre Delih 12:34:00 AM |


terça-feira, 23 de maio de 2006
 

Casal do Alasca dá ao filho o nome de James Tiberius Kirk Weldy.

Audaciosamente indo onde nenhum esquimó jamais esteve.


arremessado por Giovanna Cantarelli 9:22:00 AM |


segunda-feira, 22 de maio de 2006
 

No hall de entrada do prédio em que trabalho, os elevadores não possuem aqueles mostradores luminosos com os números dos andares. Não. Sobre cada um deles há apenas a inscrição: ESTE CARRO SOBE.

É a redundância levada às últimas conseqüências.


arremessado por Mestre Delih 1:24:00 PM |


domingo, 21 de maio de 2006
 

Como descobrir o que as pessoas realmente pensam sobre você.

Ato Único

- Quem mais que eu conheço vai no show do Sisters of Mercy?
- Ah, vai o fulano.
- Nossa! Mas ele parece tão normal!

(pano rápido)


arremessado por Giovanna Cantarelli 3:01:00 PM |


sábado, 20 de maio de 2006
arremessado por Giovanna Cantarelli 10:45:00 AM |


sexta-feira, 19 de maio de 2006
 

Da Vinci e Quatro.

Sir Ian McKellen, gay assumido, ironiza: "A igreja católica, que tem problema com gays, deveria ficar feliz de Jesus ter se casado e ter tido filhos. Pelo menos fica provado que ele não era gay."


arremessado por Giovanna Cantarelli 4:57:00 PM |


quinta-feira, 18 de maio de 2006
 

Ai, esse povo que ainda acha que internet é terra de ninguém.. Essa pessoa aqui com criatividade zero e senso ético idem resolveu copiar vários posts nossos. Copy+Paste na cara dura, sem crédito nem nada. Nem um jantarzinho antes. Gostou? Quer copiar? Sinta-se à vontade! Com o devido link, não há o menor problema. Mas assim fica difícil. Você tem algo a dizer sobre isso?
Diga então.

Alô, você! Texto copiado sem crédito é plágio. E plágio é crime.


arremessado por Giovanna Cantarelli 8:27:00 PM |


quarta-feira, 17 de maio de 2006
 

Segue trecho de conto extraído do livro Textículos - Mui Pequena Coletânea De Textos Menores Ainda, de Mestre Delih. Podem atirar as pedras, que telhado de vidro ruim não quebra...

O Alec

Acordei mais cedo do que de hábito naquela manhã de sábado e resolvi usar o tempo livre para colocar a leitura em dia, já que perdera o sono. Meu projeto literário na ocasião era Ulisses, de Joyce, que vinha protelando há alguns meses, confesso que tanto por conta do número de páginas quanto pelas dificuldades estilísticas do livro. Decidi aproveitar a ociosidade do dia para finalmente iniciá-lo.

Venci a preguiça, que não me abandonara apesar de desperto, e levantei-me devagar. Fui até o banheiro e, após aliviar a bexiga, abri a porta espelhada do armário para pegar a escova e a pasta de dente. Foi então que o vi.

Tinha o diâmetro de uma bola de gude, ou pelo menos foi o que me pareceu, uma vez que emitia um brilho branco e agudo que não me permitia ver exatamente seu formato ou tamanho. E, como se o fato de ter uma bola de gude acesa no armário do banheiro não fosse estranho o suficiente, ela flutuava no ar, entre o fio dental e a loção pós-barba.

- Olá - Disse a esfera luminosa. Recuei um pouco, mais confuso que assustado, e caí sentado na tampa do vaso sanitário.
- Mas quem?!?
- Quem não é o pronome mais adequado.
- Como?...
- Calma. Resolvamos primeiro a questão dos pronomes, depois passemos aos advérbios.
- Mas o que é isso?!? - Disse comigo mesmo, embora a resposta tenha vindo da luminescência esférica:
- Sem dúvida que é um pronome mais pertinente aqui do que quem, já que não sou uma pessoa; embora também não seja exatamente um objeto. Alguns consideram-me uma ocasião, e outros vêem-me como um lugar, casos em que, é claro, aplicam-se respectivamente os advérbios quando e onde... Particularmente, prefiro pensar em mim como uma experiência... Veja bem: experiência no sentido de conhecimentos individuais, assimilados pelos sentidos e intelecto em decorrência da interação com uma sucessão de eventos... Nada a ver com experimento científico, por favor...

A insólita verborragia da não menos insólita criatura tirou-me do estupor em que me encontrava, e consegui colocar alguma ordem em meus pensamentos. Eu não estava sonhando; havia detalhes demais e, apesar de incomum, seu discurso seguia uma certa coerência. Além do mais, sempre achei o tudo não passara de um sonho, como recurso narrativo, uma solução fácil e empobrecedora. Um expediente que raríssimas vezes vi utilizado com competência e do qual nunca gostei.

Embora nada racional, de algum modo este último argumento dava-me a convicção de estar acordado. Decidi tomar a iniciativa:

- Você tem um nome? - Perguntei à coisa brilhante.
- Pode me chamar de Alec.

(Continua na próxima quarta-feira)



arremessado por Mestre Delih 1:03:00 AM |


domingo, 14 de maio de 2006
 

O exato momento que Palpatine descobre que os rebeldes explodiram a Estrela da Morte na Batalha de Yavin.

Assista aqui!

Detalhe para o toque do telefone.

(Sim, é em inglês. Sim, só tem graça se você conhece a história. Não, obrigada.)


arremessado por Giovanna Cantarelli 10:06:00 AM |


sábado, 13 de maio de 2006
 


Buuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...


arremessado por Mestre Delih 2:55:00 PM |


sexta-feira, 12 de maio de 2006
 

O que tem no copo vermelho?



Sendo viva a sua forma, desconhecido é o conteúdo. Que, contudo, líquido e certo, deixa a questão em aberto ao ser pensado em todo o instante. O piloto, o rebelde, o soldado do império - ninguém solucionou o mistério numa galáxia muito distante.

O que tem no copo vermelho é a pergunta que martela a cabeça de muita gente. Mas a verdade é dura e triste, se o leite azul não existisse, tudo seria diferente.

Sem a tal bebida forte, teria Luke a mesma sorte na história que viria? Explodir a Estrela da Morte que ainda estava na garantia? Sem o sabre, sem a sina e o penteado da menina? Sem o pai que não sabia - e toda a grana que gastou na terapia?

Já em outro universo (meu pensamento é tão disperso), o tal copo não me engana. São chegados numa cana! Tem até bebida azul, mas é cerveja andoriana.

Em tal jornada, eu digo em tese, todo nerd que se preze já conhece o roteiro. Seja copo ou seja gente, a cor é o fator inerente ao destino traiçoeiro. Funciona assim, meu camarada, seja qual for a temporada ou o malvado forasteiro. É vermelho o uniforme? Então a chance é enorme de você rodar primeiro.





(Fomos convidados a participar da ação "O que tem no copo vermelho?" e esse post foi elaborado especialmente para o projeto.)



arremessado por Giovanna Cantarelli 7:06:00 AM |


quinta-feira, 11 de maio de 2006
 

Existir
Ou
Exit?


Versão sintético-concreto-antropofágica para o dilema de Hamlet quanto a ser ou não ser. A autoria é do amigo Monsenhor Zanoni, figura da qual ainda ouviremos falar...


arremessado por Mestre Delih 12:23:00 PM |


quarta-feira, 10 de maio de 2006
 

A Dama e o Copo

Então que a nova onda do Imperador é o que tem o copo vermelho. Até outro dia eu nem sabia de copo nenhum, visto que eu só uso caneca. E ela é lilás. Mas, como nerde que sou, fui me informar, sabe como é, novo dilúvio de informações, arcas e toda aquela coisa que a gente aprende numa cadeira do curso de comunicação, Escola de Frankfurt, ou algum outro movimento famoso.

Me joguei no Google com força e achei vários sites que falavam sobre o copo. Vi anúncio numa parede na Paulista! Vi um copo vermelho num muro na Aveninda Afonso Pena! Também vi um troço desses na Carlos Gomes! Surgiam manifestos de vários cantos do país e eu me achando a mais capiau porque não sabia nem do que se travata. Saca Jeca Tatu? Pois me sentia a versão feminina dele, chapéu de palha, camisa quadriculada e matinho no canto da boca, perdendo horas de sono.

Não me fiz de rogada e continuei a busca. Uns diziam ser bebida, outros ser uma nova marca de louça, outros lembraram até da sopa do nenê, mas nenhuma resposta definitiva. A sensação de impotência foi devorando meu ser numa velocidade tão grande que me dei por vencida e resolvi vir aqui, confessar a ignorância em público e perguntar se, dentre todos os cultos e esclarecidos leitores, existe alguém que possa me dar uma luz, Caroláine, e responder, finalmente, o que tem no copo vermelho?

(Fomos convidados a participar da ação "O que tem no copo vermelho?" e esse post foi elaborado especialmente para o projeto.)


arremessado por Lilaise 12:26:00 PM |


terça-feira, 9 de maio de 2006
 

Trabalhei na Copa de 1994, inclusive na final, o Brasil foi tetra.

Não trabalhei na Copa de 1998.

Trabalhei na Copa de 2002, inclusive na final, o Brasil foi penta.

A conclusão é simples.


arremessado por Giovanna Cantarelli 6:55:00 AM |


segunda-feira, 8 de maio de 2006
 

Da Série: Mestre Delih & O Copo Vermelho


Rubra Pergunta


Se a verdade está mesmo lá fora,
Aqui dentro um novo mistério surge.
"Mas qual seria ele?", indagam-me agora,
Ao que logo respondo, pois desvendá-lo urge.

E com o afã de um obcecado,
Narciso diante de líquido espelho,
Coloco todo o resto de lado
E pergunto: o que tem no copo vermelho?

Mentalmente, invado a sua borda
E mergulho afoito em seu conteúdo;
Mas apenas enigma dele transborda:
Enigma que sorvo, apesar de tudo...

Assim, prossegue a teimosa questão,
Envolta ela em carmesim neblina,
Escarlate dúvida, sem solução
Mesmo depois que esta estrofe termina.


(Fomos convidados a participar da ação "O que tem no copo vermelho?" e esse post foi elaborado especialmente para o projeto.)


arremessado por Mestre Delih 7:42:00 AM |


quinta-feira, 4 de maio de 2006
 

Novos Contextos

- Manhê, não quero maaaais!!!
- Ah, meu filho, deixa de bobagem e come tudo, que você não é nenhum garotinho...


arremessado por Mestre Delih 12:27:00 PM |


quarta-feira, 3 de maio de 2006
 

Você sabe que está ficando velha pela idade dos novos contratados do seu bom e velho departamento. Porque o moleque é bem novinho, isso é fácil de ver. Mas eu sou movida pela tal da curiosidade - sabe curiosidade? Aquela que sempre te pega pela mão toda empolgada e saltitante e acaba te levando à lugares que você preferia não ter conhecido, bem feito, bem feito? Então. Pergunto em que ano ele nasceu só pra descobrir que, em tal data, eu já tava muito mais do que alfabetizada. Eu tava no segundo grau. E, o pior de tudo, o segundo grau ainda se chamava segundo grau. Sabe os bebês que tavam nascendo na época em que você começou a trabalhar? Eles agora trabalham com você. Suspiro profundo e cadê as minhas pantufas?


arremessado por Giovanna Cantarelli 11:51:00 PM |


segunda-feira, 1 de maio de 2006
 

O que acontece quando misturam Simpsons com Star Wars?

The Skywalkers! Genial.


arremessado por Giovanna Cantarelli 12:59:00 PM |