Consulte o Mestre Delih, o guru das multidões.
Ele dá conselhos e resolve seus problemas, só nao traz a pessoa amada em TRÊS dias.



Quer mais das damas, seu ser insaciável?
Tambem escrevemos em:

>> Penalidade Máxima - Lila, Giovanna, Fabricio, Jeff, Cris, Arnaldo e João dão pitaco no mundo dos esportes.

>> Clube da Lulu - O nome diz tudo. Ale Felix comanda uma revista de mulheres que gostam de escrever.
 

 

 
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sexta-feira, 30 de junho de 2006
 

Morre-se Assim



"Morre-se assim
Como se faz um atchim.
E de sopetão
Lá vem o rabecão."


"Uma bala perdida desferida na rua dos paqueradores de
travesti voou e foi alojar-se no crânio de uma velha senhora
que lia com fervor a sua bíblia lá no Morumbi."




arremessado por Mestre Delih 12:56:00 AM |


quarta-feira, 28 de junho de 2006
 

Ainda O Itaú

Para mostrar a um cliente em potencial que o Itaú quer você, o tapete coral vai se desenrolando e sai da agência bancária, percorre diversas ruas, segue por longas avenidas, desce escadarias e, ao que parece, atravessa quilômetros por diversos bairros até chegar à casa do sujeito. Mas peraí. Não tem sempre um Itaú perto de você?


arremessado por Mestre Delih 12:40:00 AM |


terça-feira, 27 de junho de 2006
 

Meu caro amigo Alfredo almoçou sushi na última quinta-feira e o Brasil ganhou de 4x1 do Japão.

Seguindo essa lógica, ele disse que hoje não vai comer nada.


arremessado por Giovanna Cantarelli 8:42:00 AM |


domingo, 25 de junho de 2006
 



Achando que estava no Real Madrid, David Beckham chama o Raul.


arremessado por Giovanna Cantarelli 3:51:00 PM |


sexta-feira, 23 de junho de 2006
 

Titi, Lama, Lebo Lebo, Jamba, Zé Kalanga.
Isso não é uma seleção, é um filme do Fernando Meirelles.


arremessado por Giovanna Cantarelli 8:28:00 PM |


quarta-feira, 21 de junho de 2006
 

MESTRE DELIH RESPONDE

Mestre,
Depois de ter assistido a uma palestra sobre física quântica na faculdade, fiquei meio encafifado: se eu voltasse no tempo e, encontrando meu pai e minha mãe já casados, matasse meu pai e namorasse minha mãe, o que poderia acontecer? Eu teria nascido? Seria pai de mim mesmo? Criaria um paradoxo no tempo-espaço que poderia destruir o universo como conhecemos? Estou muito confuso.

Estêvão Roque

E eu, Estêvão, estou muito assustado: por sua descrição, você seria um híbrido de Michael J. Fox com Édipo Rei!!! Quanto esse papo de destruir o universo como conhecemos me parece um pouco demais (talvez, além de louco, você seja megalômano e egocêntrico)... Mas com relação à sua eventual paternidade, sim, sem dúvida você seria pai de você mesmo. E, uma vez que você-pai continuaria sendo filho de sua mãe-namorada, você-pai seria também irmão de você-filho, que por sua vez... Ah, deixa pra lá!

Mestre Delih não é igual a mc2, mas é bem parecido


arremessado por Mestre Delih 12:42:00 AM |


segunda-feira, 19 de junho de 2006
 

Papel Higiênico Preto.

Para que você, gótico raiz, possa fazer merda à vontade.


*****



Mas não responda ainda!

Chegou o revolucionário papel higiênico para quem caga em alemão.



arremessado por Giovanna Cantarelli 8:48:00 AM |


sábado, 17 de junho de 2006
arremessado por Giovanna Cantarelli 9:35:00 AM |


quarta-feira, 14 de junho de 2006
 

O Itaú está piscando. E ele pisca pra você.

Será que só eu acho isso pornográfico?


arremessado por Mestre Delih 12:28:00 PM |


terça-feira, 13 de junho de 2006
 

Outubro vem aí e...



arremessado por Mestre Delih 12:49:00 AM |


segunda-feira, 12 de junho de 2006
 

E então que o jogo Angola 0X1 Portugal foi realizado em Colônia. Ahn? Ahn?


*****


O mexicano Pavel Pardo joga com raça?
Robert Huth é amigo, Robert Raquel não é amigo?
Verdade que Agustin Delgado tem parentesco reto com Fabio Grosso?


*****


Do meu queridíssimo Roberto Fabrício:

"Prezados, iniciando uma série de reportagens intitulada "Grandes Figuras da Copa do Mundo", e a personalidade deste boletim é ninguém mais, ninguém menos, do que...

Meu Fígado

Senhoras e senhores, o meu fígado chega na Copa do Mundo protegido por forte esquema de segurança, prometendo manter a regularidade que vêm apresentando nas últimas temporadas. Se tudo correr bem, ele promete chegar no ápice da atividade justamente na final, onde há grandes chances de ele arrebentar!

O meu fígado está em concentração já há cerca de um mês, e vem seguindo um cuidadoso trabalho médico de modo que sua importante função na equipe seja preservada integralmente. Apesar de ter feito apenas um amistoso (encontro da outra semana), ele demonstra estar pronto para a verdadeira maratona etílica que será esta Copa do Mundo.

Em entrevista coletiva o meu fígado disse que se sente honrado com todos estes cuidados, mas que promete mostrar muito serviço nesta Copa. "Não importa se vou enfrentar escoceses, alemães, japoneses, franceses ou italianos, o que vier eu traço!!!", disse, contagiado por uma alegria, digamos, inebriante.

Por via das dúvidas, após as partidas o meu figado já declarou que irá se valer de todos os recursos (leia-se soro, epocler e afins) para que possa se recuperar rapidamente dos desgastes que certamente lhe acometerão após as partidas desta Copa. É esperar pra ver."



*****


Por último, mas não menos importante..

Homem mata mulher com salsicha.


arremessado por Giovanna Cantarelli 12:02:00 AM |


domingo, 11 de junho de 2006
 

Eu penso na mãe dele com o barrigão, na plaquinha com o nome do bebê na maternidade, no primeiro babador bordado pela avó com tanto carinho. Penso nos aniversários com a família toda em volta da mesa, nos pais gritando o nome dele naquela competição de natação, nos cadernos da escola com etiquetas escritas a mão encapados com contact transparente.

Penso nisso tudo quando o cara da manutenção que tá consertando a fiação do ramal da minha sala grita pro outro no rádio "o Goiabinha tá aí?".


arremessado por Giovanna Cantarelli 1:11:00 AM |


quinta-feira, 8 de junho de 2006
 



Dando aquela Força para o seu cãozinho.


arremessado por Giovanna Cantarelli 10:58:00 PM |


quarta-feira, 7 de junho de 2006
 

O Alec - Final

- Ah, vocês chegaram... - Disse o tigre, levantando a cabeça do livro. O Alec aproximou-se e postou-se a seu lado. Quanto a mim, apesar daquele tigre obviamente ser um animal racional, preferi manter uma certa distância. Diante de meu silêncio cauteloso, ele continuou:
- Espero que a viagem tenha sido tranqüila.
- Pfffff... - Tentei conter um riso nervoso.
- De qualquer forma, aqui está você. Mas deixe que me apresente: meu nome é Jorge.

Enquanto me recompunha, percebi claramente que ele falava com um forte sotaque argentino. E aquela voz...

Mas será?...

Súbito, um quadro geral da situação formou-se em minha mente, com o impacto de uma revelação. Um tigre com sotaque argentino em uma biblioteca colossal! Uma biblioteca talvez imensurável, como a Biblioteca de Babel do conto (embora sem as galerias hexagonais)... E havia o jardim, é claro: uma versão literal de um jardim de veredas que se bifurcam!... Mesmo levando em conta o contexto insano em que me encontrava, era difícil crer naquilo... Mas as referências eram óbvias!

- Jorge? Você é aquele Jorge? O Luis Borges?!?

O tigre deu um sorriso complacente, ou pelo menos foi o que me pareceu. Quanto a mim, estava confuso. Aparentemente, encontrava-me diante de um de meus autores preferidos, e um dos maiores escritores do século XX, cuja obra eu lera e relera. Por outro lado, ele era um felino de quase três metros.

- Então, finalmente você tornou-se um tigre.
- É o que parece... - Disse ele, paciente. Acho que estava se divertindo.
- E, pelo visto, voltou a enxergar.
- A cegueira me abandonou, agora que sou um tigre.
- Entendo. - Menti - Sabe... Eu gostaria de falar sobre tantas coisas, quero dizer, coisas sobre sua obra... Mas, diante dos últimos acontecimentos, preciso perguntar: o que significa tudo isso? Por que estou aqui?
- Bem, estas são perguntas bastante abrangentes. Sinceramente, não sei se seria capaz de exprimir em palavras os motivos pelos quais você se encontra aqui - e pode-se dizer que eu tenho alguma experiência com as palavras... A verdade é que talvez sequer haja uma enumeração coerente de motivos para que você tenha sido trazido aqui... Pelo menos, não uma que satisfaça nossa racionalidade. Você deve saber que durante toda a minha vida, embora tenha sido um autor cerebral por formação, sempre elegi como temas recorrentes a metafísica, a transcendentalidade e o fantástico que permeia a existência. E hoje, mais do que nunca, penso que a racionalidade foi historicamente supervalorizada. Sou, assim, obrigado a concordar com Nietzsche, o honesto e passional Nietzsche, quando afirma que a razão e a ciência são coisas terríveis e perigosas, um problema com chifres, e não necessariamente um touro... Entretanto, por favor, não me entenda mal: de forma alguma aprovo o misticismo, a crendice, o esoterismo barato e o charlatanismo explícito que enchem as prateleiras das livrarias contemporâneas. Mas perdoe a minha digressão...

Eu o escutava com atenção e com um prazer sincero. Era como ouvir em primeira mão um ensaio inédito de Borges, com o efeito multiplicado pelo fato de ouvi-lo de sua própria boca - mesmo que esta exibisse enormes dentes afiados...

- Todavia - Ele prosseguia - Acho que posso afirmar, sem incorrer em leviandade, que um dos fatores convergentes para que você esteja aqui é a sua condição de leitor. Eu sempre cri que os bons leitores são cisnes ainda mais tenebrosos, singulares e raros que os bons autores. Penso que você seja um desses leitores, para quem a leitura é um ato de seriedade, de entrega, de busca e, acima de tudo, de intenso deleite. E para quem, por todos estes motivos, a literatura é fundamental.

Após alguns instantes de silêncio, ainda entorpecido pelas palavras de Borges, consegui controlar o turbilhão em minha cabeça e articular algumas palavras.

- Bom, juro que estou me esforçando, mas tudo isso continua sendo um pouco demais para mim... De qualquer forma, considerando o que você disse, não haverá outros leitores merecedores de um encontro com Borges?
- Antes de qualquer coisa, isto nada tem a ver com merecimento. Mas talvez sim, haja outros leitores na mesma condição. Talvez neste exato instante, em outros pontos desta mesma biblioteca, haja diversos Borges conversando com diferentes leitores. E quiçá, em um destes encontros, no lugar de um tigre eu seja um homem anacrônico e audaz com um punhal na mão, e em outro seja apenas um belo punhal espanhol, trágico e ensangüentado, e em um terceiro, um grande espelho com moldura de madeira ricamente trabalhada, ou ainda a materialização da lembrança de um lugar vasto e meridional...
- Olha, é sempre uma ocasião única e gratificante ouvir o que você tem a dizer, mas estou cada vez mais convicto de que jamais saberei realmente por que fui trazido aqui... E tudo bem, já estou resignado quanto a isso.
- Acho que facilitará se você pensar nesta experiência - e acenou sua cabeça peluda para o Alec, que permanecia imóvel a seu lado - como uma obra aberta. Você a está vivenciando, e isto é incontestável. Agora, o que você fará com ela e que papel ela desempenhará em sua vida, não cabe a ninguém, além de você mesmo, definir. Como já disse, você é um leitor excepcional e, assim como eu, você tem esse culto do livro. Para você a leitura é, efetivamente, uma forma de felicidade, e isto é admirável. Mas outra forma de felicidade, talvez menor, porém para alguns de nós tão fatal e pungente quanto a leitura, é a criação literária. Não podemos esquecer que, apesar de tudo, escrever é uma atividade anterior à de ler: menos intelectual e menos civilizada, é certo, mas ainda assim anterior. Talvez, em seu íntimo, você saiba por que está aqui. Talvez sempre tenha sabido.

Algo em sua voz indicava que nossa audiência chegara ao fim. Como que confirmando esta impressão, o Alec começou a flutuar em minha direção.

- É hora de irmos - Disse a esfera brilhante.
- Bem... O que posso dizer? Foi um imenso prazer conversar com você e, acredite-me, uma experiência que não esquecerei. - Dirigi-me a Borges, que fitou-me por instantes com intensos olhos de pupilas verticais, voltando-se em seguida para o livro aberto à sua frente. Virei-me então para o Alec.
- Podemos ir.

Mal acabara de concluir a frase e lá estava eu, de volta a meu banheiro, olhando para o mesmo armário aberto no início da manhã, onde novamente o Alec pairava entre a loção pós-barba e o fio dental.

- Chegou o momento de dizermos adeus.
- Certo... - Com sinceridade, eu não sabia bem o que dizer, nem mesmo o que sentia, mas a lembrança de minha conversa com Borges, mesmo que um Borges-tigre em uma biblioteca improvável, amenizava em parte a confusão e a estranheza que a aventura deixara impressas em minha mente. Até porque, sob uma primeira camada onde estas emoções prevaleciam, eu podia perceber remotamente que havia uma outra coisa...
- Você foi... É... Uma experiência ímpar. Obrigado pela... Oportunidade. - Falei, finalmente.

Sem nenhuma palavra, o Alec começou a refulgir com força, e quando sua luz foi gradualmente diminuindo até desaparecer, já não havia Alec algum ali. Fechei a porta espelhada do armário e permaneci alguns minutos olhando para meu próprio rosto. Lembrei-me então das estrofes finais de Uma faca só lâmina, o poema de João Cabral de Melo Neto que ele citara mais cedo:

e daí à lembrança
que vestiu tais imagens
e é muito mais intensa
do que pôde a linguagem,

e afinal à presença
da realidade, prima,
que gerou a lembrança
e ainda a gera, ainda,

por fim à realidade,
prima e tão violenta
que ao tentar apreendê-la
toda imagem rebenta.

Saí devagar do banheiro e dirigi-me para o quarto. Sentei-me diante do computador, liguei a CPU e acionei o editor de texto.

Debrucei-me sobre o teclado e comecei a escrever.
.
FIM


arremessado por Mestre Delih 12:43:00 AM |


segunda-feira, 5 de junho de 2006
 

MESTRE DELIH RESPONDE

Digníssimo Mestre,
Percebi que Vossa Sapiência agora está no Orkut...
Estamos ficando populares, hein?

Laércio


Caro Laércio,
É verdade, estou ali em consideração a amigos bem intencionados, que criaram uma página para mim, apesar de saberem que vejo este tipo de relacionamento virtual como uma punheta social para almas solitárias ou naturezas fúteis. Ou ambos.
.
Além do mais, ninguém tem cem amigos...

Mestre Delih é um amor de pessoa


arremessado por Mestre Delih 12:31:00 PM |


domingo, 4 de junho de 2006
 

Na revista de domingo de semana passada, a coluna de culinária tinha como título a seguinte pergunta: Vocês querem bacalhau? Só pra vir seguida da matéria de capa, que falava de remédios como Viagra, Levitra e o brasileiro Helleva.


arremessado por Lilaise 3:01:00 AM |


sábado, 3 de junho de 2006
 

Jogador de rúgbi leva bolsada e chora.

Irritados com a derrota na final do campeonato neozelandês, os jogadores do Wellington Hurricanes afogavam as mágoas numa boate. Um deles, Tana Umaga, tropeçou na perna de um outro sujeito, e partiu pra cima. Pra apartar a briga, o colega de time Chris Masoe pegou uma bolsa que estava em cima da mesa e deu na cabeça de Umaga. Umaga se derreteu em prantos.. Masoe foi multado, e teve que pagar um celular novo pra dona da bolsa. E a bolsa, é claro, está sendo leiloada na internet.


arremessado por Giovanna Cantarelli 12:53:00 PM |


sexta-feira, 2 de junho de 2006
 

Ainda Bactérias

Cientistas afirmam que não somos totalmente humanos, mas uma simbiose entre células humanas e bactérias, das quais dependemos para funções essenciais como digestão e produção de vitaminas.



arremessado por Mestre Delih 12:15:00 PM |


quinta-feira, 1 de junho de 2006
 

Bactéria come chocolate e excreta eletricidade.

Bom, então eu sou praticamente uma Itaipu.


arremessado por Giovanna Cantarelli 4:08:00 PM |